domingo, 29 de janeiro de 2017

Dead Rising 3 - Bom, mas...


O DR2 tinha areas pequenas, mas com muitas coisas pra fazer e no DR3 temos areas gigantes, mas que tudo é tao longe que não me anima ir até lá. Sem contar que tem bem menos vestimentas que os anteriores, ou que sejam interessantes e bizarras. Não é um jogo ruim, ao contrario tem bastante coisa legal. Mas peca por que o você faz é apenas matar hordas zumbis! Mas Dead Rising não é exatamente sobre isso? Sim, mas havia o elemente ala Dawn of the Dead, sabe matar zumbis de formas criativas ou apenas ficar patifando jogando golf usando os zumbis como alvo. Aqui a armas casuais sao bem minguadas, poucas lojas e quando aberta com bem menos variedades.

Faltou algo que mais me agradava na franquia, ou seja o humor negro com aquele tom colorido quase cartoon dos dois primeiros, é bom mas perdeu a essencia. Eu tive que por o Gamma no 10 pra me sentir no mundo de DR de novo.

A historia mantem o padrão Dead Rising, absurda e cheia de revira-voltas, mas não é tão foda quanto aos seus antecesores, mas poderia ser pior. Outra coisa que me fez gostar menos do jogo: O protagonista, mano cala a boca, que cara mala, tão bonzinho que dá nojo (que saudades do Frank e do Chuck!), sério, totalmente aquele personagem pra gurizada se identifica, mas que pra mim é argh...

A jogabilidade ta boa, só achei foda que não puseram um botão de comando pra chamar os sobreviventes, eu não uso headset, entao fez falta. Outra coisa que não curte foi o lance dos comando de golpes terem dois botões para cada nivel de força, achei uma mudança desnescessaria, o sistema antigo era melhor. Do resto ta bem superior mesmo. ás combo-weapons são bem sem graça, poucas memoraveis e algumas bem apelonas. o que facilita bastante pra upar o personagem e todos boss são muy faceis de vencer. Tipo na primeira jogatina terminei com level 42, seria impossivel no games anteriores!

Gráficos bons (mesmo com delay de renderização grotescos) e loadings minimos. Alguns bugs, mas nada que atrapalhe. Coisa pessima que tem em muitos jogos, por favor me deixem mudar a dublagem! Mas é tão surrealmente ruim em alguns momentos que ri pacas... então é bom e ruim ao mesmo tempo!

Bom jogo, só isso...

Estava re-lendo minha “resenha” do DR3 que fiz. E convenhamos, não esta digna da minha admiração pela franquia., então...

Dead Rising & eu

DR foi os primeiros jogos de todos consoles que tive no momento: DR2: Off The Records no Ps3, DR1 no Xbox 360 e DR3 no Xbox One. No Ps3 sofri muito com o jogo, por que tinha aquela mentalidade Resident Evil sabe, evitar confrontos e fugir. Como qualquer um que jogou DR sabe que isso beira ao suicídio, por se você não ganhar level, mesmo que sobreviva ás hordas vai ser severamente massacrado pelos psicopatas. E assim foi, tomei um pau dos zumbis e ainda era estuprado não literalmente pelos psicopatas. Peguei nojo, vende o game e fiquei um bom tempo longe.
Mas o charme da saga me pegou, um ano antes estava devorando filmes de zumbis, em sua grande maioria do Romero, cheguei até a ler o livro que saiu pela Darkside (sem querer fazer propaganda, mas se tiver a oportunidade, leia. é muito bom!). Então DR tinha esses elementos “Romerianos” que me agradavam. Mas eu achei difícil pra caramba, mas ao mesmo o masoquismo me obrigava a dar mais uma chance pra ele. Num desses briques resolvi investir no DR2, segundo que tinha lido jogar com o Chuck (protagonista para os leigos) era bem mais fácil do que jogar com o Frank, e é verdade, querendo ou não o Frank tem o carisma, mas na porrada o Chuck supera ele. Lá fui eu, no inicio foi complicado, mas conforme abandonei minha modo RE, fui melhorando e apreciando os momentos relax de um taco de baseball arrebenta os miolos de um zumba enquanto temos de trilha de fundo uma música ambiente de shopping, pode usar qualquer coisa como arma e ainda poder montar algumas combinações pro estrago ser maior. Vou ser sincero esse jogo matou muito meus estres no ano passado e ainda mata hoje em dia. Ele tem aquela vibe GTA, pode-se fazer o modo estória, ou apenas ficar viajando pelas áreas. O lance genial que DR tem, é que independente do você fizer, terá um final, mesmo que não se faça nada. Ok, chega de filosofar!

Dead Rising 3 acerta em muitas coisas, na real é bem divertido, mas falta algo, principalmente para quem jogou os anteriores vai notar.

HISTORIA

O roteiro tem a estrutura bem similar aos DRs antigos, ou seja: Clichês absurdos, revira-voltas e estrutura de filmes de zumbis dos anos 80/90. Alias foi da onde veio a inspiração, Madrugada dos Mortos é catalisador de toda ideia, DR1 chupo na cara dura o conceito, DR2 usou numa escala maior, mas ainda com o clima de “shopping”. Agora DR3 perde isso, com a onda da nova geração de mundo abertos gigantes, se passa numa cidade, o problema que isso matou a “intimidade” que tínhamos, nos DRs anteriores tínhamos áreas pequenas, mas com bastante coisas para se fazer, nesse novo temos uma cidade inteira, mas que tudo é tão longe que não da vontade de fazer. Sem contar que a falta de música ambiente e sim trilha com bandas, extingui a contradição de violência e “conforto” que tinha antes. Isso vem do clima do roteiro, que mante os alicerces (alias é franquia que em questão de estruturas, soube manter sempre do mesmo jeito), mas tudo tem um clima mais DARK, muito da influencia de jogos atuais, e isso queima a ideia de DEAD RISING, poder estar matando zumbis com ursinho de pelúcia, não pode se transmitir dessa forma. Isso se traduz na escuridão da cidade, se você jogar como eles querem, não parece DR e sim Silent Hill. Cinza e escuro demais, destrói a vibe que a franquia sempre teve. Pode se ajeitar deixando o gamma no máximo, mas não é a mesma coisa. Um dos lance mais legais é que sempre teve protagonistas com uma personalidade de presença. Frank é o babaca que só pensa em si e procura fama a qualquer custo, mas ao mesmo tempo tem uma canalhice tão palpável que não tem como não gostar do cara! Chuck é o pai de família que faz de tudo por sua filha independente dos meios. O elo entre eles é tão forte que faz o jogador fazer o melhor para salva-la. Nesse temos Nick, e... ele é um cara “bacana” que só quer melhor para todos, meio bobão e inocente demais. Ou seja, eu não poderia me importar menos. É o tipo de personagem que devia morrer no apocalipse zumbi e não ser o herói! Ele tão sem personalidade, parece uma pagina em branco e ainda por cima é adolescente! Nada pior que isso... Os psicopatas são bem nas coxas, com exceção do tarado da Sex Shop, nenhum deles realmente marca. Os antigos eram personagens tão estranhos e bizarros, enquanto esses são só “ok”.

JOGABILIDADE, Gráficos e dublagem/trilha

O combate é fluido e bem fácil de se pegar, se adaptou a estilo de combos que na real eu achei desnecessário. Onde se tinha um botão para dar os golpes: Pressiona: porrada leve, segura: porrada forte. Bem mais cômodo e intuitivo, mas como quiseram por um sistema mais “moderno”, pelos menos não tem quick time events! Mas infelizmente perdemos um comando que servia para dar ordens nos sobreviventes, mas nesse aqui não tem muita diferença! Ás combo-weapons são inúmeras, mas em sua grande maioria bem sem graça, com exceção de uma ou outra, provavelmente você só vai usar ás mesmas.
Os gráfico são bons, especialmente nas expressões faciais. Tem delay de renderização (mesmo com atualizações), mas nada que ofenda.

A dublagem é incrível de tão exagerada, os caras realmente incorporaram aquele clima oitentista, tem momentos hilários por causa disso. A trilha é fraca, nenhuma canção é memorável ou que fique na cabeça.

DIFICULDADE

Praticamente nula, até tem uma dificuldade no inicio, por que com o personagem em level baixo tem um pouco de desafio, mas assim que montamos nossa primeira combo-weapon, os PPs chovem, principalmente quando achamos o “marreta de Thor” (não deve ser esse o nome da arma, mas...). então temos muitas combo-weapons extremamente apelativas, um exemplo disso foi que terminei meu primeiro gameplay no overtime com level 42! Em DR2 eu terminei com final ruim e nem tinha chegado no level 24. Outra que os psicopatas são extremamente fáceis, podesse estar num nível baixo e mesmo assim matar a grande maioria sem dificuldades. Outro facilitador foi o gerenciamento de tempo e os sobreviventes, anteriormente o tempo era primordial, tínhamos que tomar decisões e era complicado salvar todos, sem contar que a IA não ajudava, agora eles praticamente salvam a si mesmo, não precisa nem acompanhar até a safe house, basta matar os zumbis em volta e eles vão sozinhos.

Mas mesmo assim, é foda e divertido. Pra mim tem um sabor agridoce, tipo eu sinto que é incompleto, mas pelo menos mantem o estilo da franquia, mesmo que tenha perdido um pouco daquele humor doentio que me fez me apaixonar pela série.

Silent Hill: Downpour - Depois do Shattered Memories é melhor SH feito por "ocidentais"


Qualquer fã de Silent Hill sabe que depois do The Room, a equipe japonesa se dispersou e a Konami repassou a franquia para produtores ocidentais. Sob o comando do "assassino da série", Tomm Hulett. O cara em si parecia ter boas intenções, mas a arrogancia dele é vista em qualquer entrevistas e nas más decissões que tomou. Mas convenhamos nem tudo foi tiro no pé. Shattered Memories foi um jogo que usou de um senso psicologico bem interessante (mesmo que limitado) contando uma narrativa que que caberia num bom filme de terror psicologico estilo Jacob's Ladder. E mesmos com jogo fracos, temos que assumir que sempre mantiveram a identidade Silent Hill, então poderia ser pior!

Downpour tem todo aquele lance que gostamos: Ruas decadentes, isolamento, suspense, trilha sonora marcante, historias macabras e sussurros/gritos no escuro.

Graficamente não é "uau", mas também não é ps2 e os efeitos da nevoa/chuva/iluminação são bem legais. Infelizmente tem framerate pra caramba, incomoda pacas e faz a gente ficar meio desorientado em alguns momentos.
Os cenarios são exatamente o que se espera de uma cidade fantasma, praticamente tudo em ruina e sujo. de vez em quando temos alguns lugares diferentes como uma caverna, a prisão e o outro mundo. Mas no geral ficamos na cidade, é uma pena ter muito ctrlC+ctrlV de objetos e ambientes, nada que sangre os olhos, mas é perceptivel.

A dublagem é boa, mas a expressão facial é praticamente nula, em alguns momentos são quase hilarias. A trilha sonora tem temas muito bons e com ar depré que te deixa pra baixo o tempo todo. Não tem o timbre experimental como ás musicas de Akira Yamaoka, mas tem um tom mais rustico com instrumentação mais acustica e intimista. Alias diria que o som tem um impacto importante no jogo. Muitos dos sustos vem dos "jump scares" que infernizam a nossa vida o tempo todo. Alguns legais e outros que são apelões na cara dura: Tipo num corredor, do nada uma Screamer se materializa e pula nas tuas costas ou cai alguma coisa. Ok, assusta, mas tem momentos que cansa um pouco, ao mesmo tempo te deixa a espreita por que o perigo pode surgir do nada, então no geral é uma coisa boa.

O combate que foi amplamente criticado, pra mim não achei ruim, é bem similar aos primeiros Dead Rising, tem seus problemas, mas no geral é funcional. Igual a Dead Rising temos armas degradaveis e é um saco! Certas "armas" como abajures e cadeiras se arrebentarem com facilidade é compreensivel, mas um pé de cabra é forçar a barra. Falando em armas, temos o gancho, caso queira acessar certas areas cuide bem dele, por que se quebra-lo, o Murphy não "alcança" escadas e raramente vai ter um por perto. Outra coisa chata é a limitação em alguns lugares, Murphy não pula alguns cavalete, mas outros ele pula sem problemas!? Não pula precipicios, tudo bem... mas não caminhar por uma rachadura no chão de 30 centimetros?!

Como de praxe em Silent Hill, o que os ocidentais tem pecado é sempre nos monstros que dificilmente conseguem fazer algo inconico como os niponicos (olha até rimou!). Todos são bem sem graça e não dão medo ou repulsa, apenas estao ali. E a pior calunia que poderiam ter inventado... Eles bloqueiam seus ataques! Não tem sentido, por que um monstro onde o unico proposito é matar, por que ele se defenderia? É UM MONSTRO! Tem o Void que faz a sessão de perseguições ocasionais, é legal e da uma tensão, mas não tem a mesma eficiencia que em Shattered Memories e seus monstros taradões. Um detalhe interessante que curte no jogo, dependendo de quantos monstros você mata, eles começam a fugir de ti e notasse eles com medo do Murphy.

Outra coisa que é boa, mas ao mesmo tempo nem tanto, ás missões secundarias. A grande maioria requer muito tempo perdido pra pouca recompensa e são legalzinhas. Tem duas que vale fazer: uma no esgoto que tem um momento ala Edgar Allan Poe e outra presenciamos um assassinato de trás pra frente. Mas na real são ás unicas realmente memoraveis. A real recompensa de explorar vem de encher o diario de fatos macabros, alguns bem pesados.

A dificuldade do jogo é bem fraquinha, na real só precisasse de persistencia e coração forte pra ir em frente (só os saves aleatorios que incomodam). Se quiser ficar de boa deixa o combate no fácil por que os monstros são apelões e sem misericordia. Os quebra-cabecas, eu achei meio confusos. Uns são tão faceis que tu se sente um idiota, outros não são dificeis, mas complicados e sem logica. Com exceção da peça de teatro no orfanato, esse me deixou impressionado como podemos fazer uma cena tomar vida juntando os elementos de cenarios, iluminação e som.

Para mim é o segundo melhor Silent Hill feito na gestão Tomm Hulett, consegui ter suspense e terror, mesmo com seus deslizes. Mais que obrigatorio pra qualquer fã da saga. Na real fiquei triste de pensar que talvez demore um bom tempo pra termos outro Silent Hill, ainda mais com a Konami cada vez mais se encaminhando pra outros setores e deixando o de games de lado.



Watch_Dogs - Hype demais, mas mesmo assim um bom jogo

É um bom jogo, a historia tem seu momentos, mas no geral é meia boca, mesmo que tenha uma mensagem bem interessante.

A jogabilidade em questão de "stealth" e "cover and shooter" é boa, não é tanto quanto Spec Ops: The Line, mas jogável. Hackear é apenas segurar o "X" e ligar canos, nada muito cerebral, mas a real que nem sei se poderia ter um sistema mais complexo que esse. Agora o que fode o cara é parte de dirigir, é terrível, manter o controle do carro é quase impossível e quanto mais rápido pior, então se quer evitar stress pega os carros populares e motos nas perseguições (ou se atira na água).

Em questão de "mundo livre" ele é mais "vivo", mas não é tanto assim, volta e meia começa se repetir npc com os atributos de um que você viu na outra esquina. A campanha em si é legal, mas a missões secundarias são muito repetitivas, mesma coisa que a campanha e sem variação nenhuma, então nem vale a pena fazer no geral.

Gráfico é bom, não é que eles promoveram, mas chamar de ruim é exagero, só achei as expressões faciais meio estranhas, a dublagem é sublime e trilha tem boas faixas.

No geral vale a pena, a campanha, missões secundárias são chatas e acrescentam muito pouco. mas ainda acho que seria um jogo bem superior se não fosse mundo aberto, tipo Max Payne 3.

Sunset Overdrive - Esse fez tudo que DR3 deveria ter feito...


Na real eu evitei bastante esse jogo, muito por preconceito, por que o gráfico me lembrava muito Dead Rising e outra por preguiça financeira, realmente não achei que ele valia o investimento. Agora que ele ta "free" na live, não tinha desculpa de não jogar, e realmente me surpreende.

O roteiro pega todo aquele lance ala DR, ou seja personagens bizarros e une com quebra da quarta parede no maior estilo Deadpool. E como a ideia é ser o mais louco possível, tem cada situação que ninguém poderia esperar. E o serviço de dublagem é muito bom, pra mim um dos melhores que já vi, adaptando os maneirismos do portugues.

A jogabilidade no inicio frustra, muito por que é o contrario do que se espera, em vez de se manter num ponto e meter bala nos inimigos, a melhor solução é sempre se manter em movimento e ficar atirando, mas depois que se pega ideia, tudo roda direitinho.

Os inimigos são infectados (por uma formula de refri que deu errado ahahaaha) e robos (da empresa de refri que quer abafar o caso, olha ás referências a Resident Evil), cada um deles tem suas variações e dificuldades. Em si o game não é difícil, mas tem momentos que exigem um pouco do jogador, mas nada que umas tentativas não resolvam.

Graficamente é Dead Rising na cara dura, aquele estilo cartoonizado e exagerado (ainda bem que não é zumbis, por que se não, seria total plágio), outro lance é que acontece muita coisa ao mesmo tempo: inimigos, explosões, etc... E nenhum bug ou queda de frames que estrague o gameplay. Ou seja parabens!

A trilha eu achei muito fraca, uma ou outra música que se destaca, mas no geral ficou no "eh", sem contar que ta tocando uma música e do nada para e fica som ambiente, ai começa outra e termina do mesmo jeito, meio estranho. Pra mim o melhor foi a participação do Buzz FUCKING Osborne, ou melhor conhecido pelos fãs dos Melvins: King Buzzo. Muito bala mesmo, melhor que cameo que vi num videogame.

Sunset Overdrive conseguiu ser o que o Dead Rising 3 deveria ter sido, uma historia bizarra num ambiente colorido cheio de humor negro no meio de um apocalipse "zumbi", onde DR3 preferiu ir pra um lado mais "dark" graficamente o que afetou o estilo do jogo. A "copia" Sunset Overdrive pegou seus elementos fortes, injetou uma jogabilidade dinâmica ala Infamous com amontoado de referências.

domingo, 15 de janeiro de 2017

Spider-Man: Shattered Dimensions - Pra quem é fã e quer um jogo pra matar o tempo


De longe é um dos melhores jogos do Aranha, não exatamente pelo gameplay. Mas ele respeita o canone e faz um crossover bem interessante entre todos os "Aranhas" das fases: ultimate, amazing, noir e 2099.

A jogabilidade no quesito porradaria é boa, Agora em partes que devemos usar ás teias pra se locomover, rapaz... bem a fase do Deadpool e da Dra. Octupus é de dar raiva, pra manter o personagem no caminho certo, rende bastante retries e muita frustração.
Tem momentos em que ficamos em primeira pessoa e fazemos algumas ações específicas e é bala (no principio). O problema que fica muito repetitivo. normalmente tem certo padrão ás fases: Encontro com o vilão da fase, ele chama os minions, depois volta e enfrentamos o em primeira pessoa, ele foge e chama o minions, perseguimos ele enquanto batemos em minions e alguns minions upados e enfrentamos o vilão em primeira pessoa (repetindo ás mesmas ações anteriores) e o derrotamos na porrada. Eu fiquei tão entediado que dei um tempo de quase um ano!

Os gráficos no geral são bons, cada Aranha tem seus estilo especifico, de longe pra mim o mais legal é o do NOIR, que tem um estilo meio "Batman", mesmo que roube na cara dura o Splinter cell - Conviction (quando estamos em stealth tudo fica em preto e branco), mas mesmo assim é o melhor deles. O do amazing/ultimate é praticamente iguais, cartoonizado e 2099 é bem colorido e cheio de neons ala Blade Runner (infelizmente o mais fraquinho do quarteto). No geral o conceito de arte é bem bom. A dublagem ficou muito boa, ainda temos a participação do Stan Lee. A trama é bem quadrinhos, nada muito profundo.Tive uns momentos de bugs, mas nada que dar restart no checkpoint, não ajudasse. O lance de levels, é bem "Eh", serve mais pra adicionar roupas, alguns golpes e aumentar barra de energia.

É um jogo que não vai mudar a sua vida, mas relevando que a maioria de jogos de heróis são um horror, até que esta acima da media. Pra mim segundo melhor jogo do Aranha.

Dead Rising filmes


A fotografia, a maquiagem dos zumbis e o lance das armas são muito bons. Mas morre nisso... Não tem gore, não tem psicopatas interessantes ou um protagonista que importe, só um babaca "bonitinho" sem carisma nenhum.
Alias, parece que cada ator do filme recebeu um salgado e refri pra trabalhar com tanta vontade, notasse pelas interpretações dignas de oscar. Mas tem duas ressalvas: Ringle como Frank West, que no visual ficou meio "eh", mas pelo menos incorporou toda canastrice do personagem e a reporter interpretada pela Genzel, eles realmente salvam o filme do tédio.
A historia tem o jeito do jogo, com revira-voltas, mas senti falta do humor-negro, com exceção de algumas cenas, é bem escasso. Tem momentos que forçam a barra com uma drama inexistente (principalmente com a personagem que ficou meio louca por perder a filha), ou um flerte extremamente do nada entre Logan e Aquela modelo que ta tentando atuar e falhando miseravelmente. Bem é filme para fãs, e mesmo eu como fã dos jogos, tive momentos em que fiquei tentado a parar de ver o filme e ir jogar Dead Rising 2.

No primeiro filme eu achei que o roteiro tinha muito dos maneirismo do jogo, aquela escrita "Romeriana" misturada com humor negro. Sem contar que o Ator que incorporou o Frank West fez bem sua parte. Ok... Não tem Frank West nesse filme e a estória é "Eh", não lembra os games. 
O que salva o filme e é superior ao anterior é ás cenas de ação, nas batalhas com hordas de zumbis. Extremamente exagerado e como movimentos impossíveis, mas isso é DEAD RISING! O problema que é que são poucas cenas com zumbis (num filme com zumbis!) e quando os atores abrem a boca ou tentam "interpretar" é um pior que o outro (mas a pior ainda é a side-kick feminina, Marie Avgeropoulos. Só sabe fazer duas expressões e nenhuma delas convence). O personagem do Billy Zane é completamente desperdiçado, daria um psicopata do caramba! Se cria toda uma antecipação em cima do cara e quando ele aparece é "eh" igual o resto do filme. No geral, só veja se for fã da franquia, mas vá sabendo que vai ser um Dead Rising bem aguado. Há e os zumbis são bem "eh".

Star Trek - Para o que se propõem, é bem divertido!


Eu  nunca fui "exatamente" fã de Star Trek, mas não sei por que tive uma urgência de conseguir esse jogo. Muito por causa do co-op local, do clima Sci-fi e por incrível que pareça achei os gráficos bem feitos, ainda mais pra um game feito basicamente pra promover um filme.

Diferente da maioria dos reviews que vi, eu achei ele bem legal, tem bastante variedades de ambientes e gameplay, alguns hacks bem interessantes, sistema de upgrades que realmente adiciona alguma coisa aos personagens (meio confuso no principio, mas depois se pega o jeito) e jogabilidade ok (em sua maioria).

O lado negativo, os controles no geral é bom, mas quando temos o quesito plataforma e "nadar", a camêra se enbanana, os direcionais se invertem e a raiva aumenta. O que sito "plataforma" ainda se releva, agora a ás fases onde temos que nadar, exige muita paciência. Outro desperdício foi o estagio que jogamos com a Enterprise, é confuso e morremos várias vezes sem entender o que fazer, ainda bem que não se repete.
De vez em quando nos fizemos cover e levamos bala do mesmo jeito (ops, quer dizer lazers). Sem contar quando o personagem resolve não fazer cover e te deixa vulnerável. E o maior crime do jogo: O botão de esquiva não pode ser o mesmo que o de cover!
Outro lance meio "eh", é os inimigos, quase nenhuma variação. Vi que muita gente reclamar da IA ser bem burra na campanha, da parte dos inimigos eles franqueiam e muitas vezes sair na bala (cof cof, lazers) não é melhor opção. Sendo necessário agir em stealth (mesmo que ás vezes eles te veem através da parede por alguma razão). Em questão da IA do seu companheiro, não posso opinar por que joguei em co-op, mas vendo videos, achei de boa, mas vai se saber...

A historia é totalmente na linha da série, não é exatamente bem construída, mas tem todo aquela receita: Uma experiência deu errada, abriu um portal no tempo que chamou uma raça alienígena nem um pouco amigável e os heróis tem que recuperar um artefato e salvar o dia. A  dinâmica entre Spock e Kirk é bem feita, os diálogos durante os estágios são muito bons e a dublagem que é feita (se não me engano) pelos atores dos filmes, não deixa nada a desejar. E a trilha sonora é bem épica e muito boa.

O jogo vale a pena para quem curte Star Trek (no meu caso, no momento só vi a série original) e também pra quem gosta de jogos shooters com multiplayer local, mesmo com seus defeitos ele é bem divertido e rende algumas risadas. Mas não tem aquele lance de "replay" tipo Kane & Lynch 2.